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SCALABRINIANAS
Name: SCALABRINIANAS
Pages: 84
Year: 2014
Language: English
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IN CAMMINO 3 APRESENTA O Queridas Irm s e Formandas, O Boletim da Congrega o Humilitas In Cammino, n . 92, o primeiro do sex nio 2013 2019, quer ser ve culo de comunica o, divulgando not cias e temas refletidos e partilhando momentos significativos, eventos e ocorr ncias que fortalecem a busca de unidade e comunh o congregacional, para responder com fidelidade nossa miss o na Igreja e no mundo da mobilidade humana. O texto elaborado por Ir. Elizangela Chaves Dias, mscs, nos apresenta uma bel ssima chave de leitura a partir do texto b blico Jo o 4,35: contem uma riqueza de elementos e oportunas indica es, que visam contribuir no processo de reflex o e aprofundamento do tema em quest o e, sobretudo luz deste tempo hist rico e de gra a que estamos vivendo a Beatifica o de nossa cofundadora Madre Assunta Marchetti, fruto de uma vida de santidade e um sinal vis vel de esperan a presente em nossa caminhar hist rico como Congrega o. O relatos das Prov ncias, contendo as resson ncias do repasse do XIII Capitulo Geral, comprova que o Documento Final, com as Conclus es e Disposi es emanadas pelo Cap tulo Geral, vem sendo acolhido e amplamente estudado pelas Irm s que expressam disposi o e compromisso em torn lo din mico e operativo,


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IN CAMMINO 4 assumindo o como processo de crescimento a n vel pessoal e comunit rio. No documento emitido pela Congrega o para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedade de Vida Apost lica, como aprecia o do relat rio da Superiora Geral e Conselho, sex nio 2007 2013, cont m recomenda es significativas, as quais nos motiva a empreender um processo de continuidade e inova o, pois ambas nos propiciar o a manter a mem ria hist rica, construir o hoje e projetar para o futuro, no caminhar deste novo sex nio, em vista do crescimento do Reino e da edifica o da hist ria, olhando para o horizonte novo, e assumindo corajosamente o que a gra a de Deus nos pede para os dias de hoje. Com j bilo e alegria, divulgamos o artigo elaborado por Ir. Ana Paula Rocha e Irm s Junioristas, partilhando a Peregrina o realizada por elas, nos lugares scalabrinianos, e a experi ncia como integrantes do Projeto do Juniorato Congregacional. Visando favorecer um processo de comunica o que nos conduz viv ncia da unidade e comunh o entre n s, publicamos os decretos de nomea es, como express o da caminhada da Congrega o, e ao mesmo tempo agradecemos a generosidade de cada uma destas Irm s, em assumir esta miss o de servi o Congrega o. Rendemos gra as a Deus, pela nomea o de tr s Irm s como Vice postuladoras para a causa de Madre Assunta Marchetti e da vice postuladora para a causa de Canoniza o do Fundador, o Bem aventurado Jo o Batista Scalabrini. Tamb m poder o tomar conhecimento da prepara o para a Beatifica o de Madre Assunta, seja no Brasil com em Camaiore, atrav s das v rias comunica es publicadas nesta edi o.


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IN CAMMINO 6 Introdu o Palavras s o poderosas. Palavras tecidas com outras palavras, com a habilidade art stica, estilo e eleg ncia causam impacto no interlocutor. Por isso, n o basta falar, preciso saber quando e como falar. Jesus no Evangelho de Jo o 4,35 usa um aforismo1 para despertar a aten o dos disc pulos para os acontecimentos e exig ncias do tempo presente. Por que o evangelista Jo o recorre ao g nero liter rio, aforismo, para comunicar a intensidade salv fica do imperativo do mestre? O antigo e o contempor neo g nero liter rio do aforismo comportam as seguintes qualidades: breve, eficaz, metaf rico, poderoso conciso enunciado de princ pio, uma formula o sint tica da v Com este tipo de express o liter ria, o pouco se torna muito e o sutil se torna bvio. Para compreender um aforismo, o tempo irrelevante, e assim sendo, ele sempre atual. Sua formula o pode levar um minuto, por m a compreens o pode durar meses e at mesmo anos. Portanto, o aforismo n o se presta a uma leitura r pida que logo se esquece, mas para meditar, relembrar e repetir ao longo da vida. 1 Cf. JSHJ 9 (2011), 207 229. Imperativos para a Congrega o das Irm s MSCS Ir. Elizangela Chaves Dias, mscs


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IN CAMMINO 7 Erguei os vossos olhos 2 e, por isso, sabe articul los a fim de gerar o efeito desejado no interlocutor. O vers culo 35, do cap tulo quarto, do Evangelho de Jo o, faz parte de uma obra bem elaborada, a qual foi artisticamente composta para comunicar a intensidade salv fica da revela o Divina. Jo 4,35 pode ser divido em duas partes, cada parte comporta um g nero liter rio espec fico e comunica uma mensagem distinta: N o dizeis v s: (4,35a) Pois bem, eu vos digo: Erguei os vossos olhos e vede os campos.J est o brancos para a colheita! (4,35b) Este vers culo encontra se como um marco no contexto do encontro de Jesus com a mulher Samaritana, vv. 1 26, seguido pelo di logo tenso entre Jesus e seus disc pulos, vv. 27 38. A fala de Jesus se destaca por um estilo nico de composi o liter ria um prov rbio usado para introduzir um aforismo. Tal constru o d nfase ao poder do aforismo atrav s de uma compara o. Embora prov rbios e aforismos sejam ambos breves formas de comunica o, eles t m fun es muito diferentes. Um prov rbio confirma o que j conhecido como resultado de uma s ntese de experi ncias, passivo, tende a resolver comportamentos. Um 2 Deus. No princ pio, ELE estava com Deus. Tudo foi feito por meio dELE e sem 3.


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IN CAMMINO 8 aforismo fala do desconhecido, ativo, tende a surpreender e a introduzir novos comportamentos. O prov rbio aponta para tr s; o aforismo move para frente. Prov rbios resolvem conflitos; aforismos estabelecem conflitos. Prov rbios s o an nimos; aforismos s o pessoais. Por um lado, Jo 4,35a aponta para tr s no tempo, em forma sumaria, revelando uma experi ncia coletiva. O senso comum n o ainda quatro meses e chegar a . Qualquer homem do campo conhece os tempos e ciclos de planta o e colheita. Sociedades agr colas estabelecem calend rios de semeadura e colheita, at mesmo lit rgicos, de acordo com os ciclos da terra, do sol e da lua. Dizer que a primavera o tempo de semear e que quatro meses ap s a semeadura o tempo de colher, n o uma informa o nova para o interlocutor. Esta uma sabedoria popular adquirida atrav s da experi ncia. Por outro lado, Jo 4,35b irrompe com imperativo provocante por parte de Jesus em primeira pessoa: Eu vos digo... Jesus interfere na ordem da natureza para chamar a aten o de seus interlocutores, n o ainda quatro mesesJ est o brancos os campos para a . Jesus os desafia a ver esta mudan a sazonal, Y R V V R V R O K R V H Y H G H R V F D P S R V . As palavras de Jesus n o demandam uma solu o racional imediata, mas um convite para a reflex o e a o. Falando assim Ele aponta para o presente e para o futuro. Jesus confronta suas palavras com as palavras dos disc pulos A palavra de Jesus uma resposta referente a preocupa o f sica dos disc pulos a respeito da necessidade de comida. O aforismo de Jesus revela a incompreens o dos disc pulos. O centro das preocupa es de Jesus n o se limita ao fisiol gico, Ele tem uma grande miss o para cumprir, e os disc pulos n o entenderam ainda. Os dois imperativos: Erguei os vossos olhos e


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IN CAMMINO 9 vede os campos, na verdade provoca o a agir, mais do que a esperar pelos quatro meses. Estes imperativos tocam tamb m a Congrega o das Irm s Mission rias de S o Carlos Borromeo, Scalabrininas. uma provoca o a erguer os olhos e ver os campos da mobilidade humana, do carisma, da consagra o, da forma o, das voca es, prontos para receberem a miss o. um desafio a renovar os nimos, arrega ar as mangas e partir para a a o. Imperativos para a Congrega o das MSCS Respirando os ares do XIII Cap tulo Geral da Congrega o das Irm s Mission rias de S o Carlos Borromeo, Scalabrinianas, o qual, sob a luz do Divino Esp rito Santo, determinou as linhas de a o da Congrega o para os pr ximos seis anos imbu das do esp rito de gratid o e festa, pelo an ncio da beatifica o da Serva de Deus, Madre Assunta Marchetti, e aproximando se a celebra o dos 120 anos de funda o de nosso InstitutoErguei os vossos olhos e vede tema central do cap tulo e inspira o para o sex nio, ganha for a redobrada. Madre Assunta Marchetti entendeu perfeitamente as palavras ditas de cora o para cora o. Diante do Sagrado Cora o de Jesus, num di logo franco e aberto, ela compreendeu que j n o era mais tempo de esperar. Seu sim foi sem medida e sem reservas. Ela lan ou


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IN CAMMINO 10 se no mar das migra es, atravessou o oceano e ancorando no Brasil, onde permaneceu at a morte, por amor aos migrantes, atendeu os em todas as suas necessidades espirituais e corporais. infelizes orf ozinhos, ora o pelos benfeitores e pela nossa salva o... jamais uma queixa saiu de nossos l bios ou um desejo que ambicionasse obter uma troca ou condi o melhor de vida. Fizemos e enfrentamos tudo para cumprir a vontade 3 Madre Assunta, n o levou muito tempo para compreender a que campo se referia Jesus ao dizer: os campos est o brancos para a colheita. Quantas almas precisavam ser acolhidas, cuidadas e apresentadas ao dono da messe. Com seus olhos sempre erguidos, ela foi capaz de ver o sofrimento de seus irm os, de prever suas necessidades e prover lhes o sustento necess rio. A m e dos rf os e abandonados amava intensamente a Congrega o e estava dispon vel a enfrentar qualquer fadiga para manter vivo o Carisma Scalabriniano, a ponto de escrever ao Beato Scalabrini com vivas palavras que ainda hoje fazem pulsar nosso cora o: far vibrar as fibras de seu cora o... para deixar que continuemos a doar nossa vida, para o bem dos orf ozinhos para alcan armos, atrav s das mais duras fadigas, dos mais cruentos sacrif cios, dos mais pungentes espinhos, a paz e a gl ria da vida futura4 3 Carta de Madre Assunta a Scalabrini. Cf. FRANCESCONI, M. Congrega o das Irm s Mission rias de S o Carlos, p. 548 571. 4 Carta de Madre Assunta a Scalabrini. Cf. FRANCESCONI, M. Congrega o das Irm s Mission rias de S o Carlos, p. 548 571.


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