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Pages: 277
Year: 2012
Language: English
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i INDICE NDICE...................................................................................................i PRIMERA PARTE....................................................................................1 CAPITULO I...........................................................................................1 I NTRODUCCION....................................................................................1 A. Razones Personales.........................................................................................................1 B. Planteamiento del Problema..........................................................................................2 B.1 Mecanismos de Fomento a la Creaci n de Empresas (Emprendimiento) y a la Innovaci n...........................................................................................3 B.1.1 Innovaci n.................................................................................4 B.1.2 Emprendimiento.......................................................................... 6 B.1.3 Incubadora de Negocios..................................................................7 B.1.4 Proceso de incubaci n ....................................................................9 C. Objetivos de la memoria........................................................................14 C.1 Objetivo general N 1.........................................................................14 C.1.1 Objetivo especifico N 1..................................................................14 C.2 Objetivos general N 2 ........................................................................14 C.2.1 Objetivo especifico N 2.................................................................14 D. Metodolog a.........................................................................................15 D.1 Tipo de Dise o................................................................................15 D.2 Universo de Estudio y Selecci n de la Muestra .........................................16 D.3 Captaci n y an lisis de datos ................................................................19 D.4 Procedimiento para el An lisis de los Datos .............................................21 E. Limitantes del Estudio ..........................................................................23 CAPITULO II.........................................................................................25 A. La Incubaci n de Negocios.....................................................................25 A.1 La Incubaci n a Nivel Nacional.............................................................26 A.1.1 La Incubaci n Chilena en Cifras....................................................... 26 B. Incubadora de Negocios como Mecanismo de Cooperaci n, transferencia tecnol gica e innovaci n ........................................................................31 B.1 Las Transferencias Tecnol gicas............................................................32 B.2 Stakeholders y mbitos comunes entre actores de la incubadora .......................37 C. Definiciones de Incubadora de Negocios y Estructuras Afines..........................37 C.1 Definiciones de Estructuras similares a una incubadora de negocios...................... 37 C.2 Definiciones de Incubadora de Negocios ...................................................45 D. Tipos de Incubadoras ...........................................................................48 E. El Proceso de Incubaci n Empresarial ......................................................56 E.1 Modelo de Incubaci n de la Consultora Holandesa Science Alliance.................56 E.2 Metodolog a de Incubaci n de la Asociaci n Brit nica de Incubadoras UKBI ........68 E.3 Modelo de Incubaci n del Instituto de C&T Coreano, KAIST ..........................78 E.4 Factores Claves en Incubaci n de la Consultora Colombiana Nodriza .................85 E.5 Comentarios Respecto a Los Modelos Internacionales y Factores Claves .............92 E.6 Descripci n de Diagrama de un Proceso de Incubaci n Gen rico Propuesto por el autor. ................................................................................................96 F. Fuentes de Financiamiento para Empresas en Formaci n..............................108 F.1 Fuentes de Financiamiento seg n Fase de de Desarrollo de Emprendimiento.........108 F.2 Tipos de Financiamiento para Participantes de Programas de Incubaci n ..............110 F.2.1. Principales Fuentes de Financiamiento.................................................110


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ii F.2.2 Programas CORFO para Capital Semilla, Incubadoras de negocios, Capital de Riesgo e Inversiones ngeles....................................................................117 F.2.3. Programa FONDEF de la Comisi n Nacional de Investigaci n Cient fica y Tecnol gica (CONITYC)................................................................................118 F.2.4. L nea de Financiamiento Banca Tradicional para la Micro y Peque a empresa. .......................................................................................................120 F.2.5 Fondos Sectoriales para el Desarrollo Empresarial..................................121 SEGUNDA PARTE..................................................................................122 CAPITULO III.......................................................................................122 ESTUDIO EMPIRICO DE ASPECTOS CLAVES EN LA INCUBACION DE NEGOCIOS EN CHILE............................................................................122 A. Incubadora en Estudio: OCTANTIS de la Universidad Adolfo Ib ez (UAI).....122 A.1 Descripci n del Proceso de Incubaci n y sus fases en Potenciadora Octantis......123 B. Descripci n y An lisis de Casos de 3 Empresas Incubadas en Estudio..............151 B.1 Caso de Biomec................................................................................152 B.1 1 Descripci n de la Empresa...............................................................152 B.1 2 An lisis de Datos Obtenidos.............................................................156 B.1 3 Comentarios................................................................................159 B.2 Caso de Surikat ................................................................................162 B.2 1 Descripci n de la Empresa...............................................................162 B.2 2 An lisis de Datos Obtenidos .............................................................165 B.2 3 Comentarios.................................................................................169 B.3 Caso de Wiseconn ..............................................................................172 B.3 1 Descripci n de la Empresa...............................................................172 B.3 2 An lisis de Datos Obtenidos..............................................................177 B.3 3 Comentarios................................................................................180 B.4 Comentarios a los Casos de las Tres Empresas ............................................183 CAPITULO IV.......................................................................................186 CONCLUSIONES....................................................................................186 A. Resumen...........................................................................................186 B. Conclusiones Respecto al Estado del Arte....................................................192 C. Conclusiones Respecto de la Aplicaci n Practica.............................................193 D. Consideraciones y Recomendaciones.........................................................202 BIBLIOGRAF A.....................................................................................205 ANEXOS..............................................................................................207


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1 PRIMERA PARTE CAPITULO I INTRODUCCION A. Razones Personales Para el autor, el desarrollo de este trabajo brinda la posibilidad de profundizar en el estudio de las incubadoras de empresas como mecanismos de fomento a la creaci n de nuevos negocios y a la innovaci n. A su vez, significa un aporte concreto en una unidad que concita alto inter s por diversos agentes del sector p blico, empresarial y universitario, cual es el emprendimiento innovador, como elementos de alto impacto econ mico y que son un motor de apoyo a la diversificaci n y adici n de valor de nuestra matriz productiva. Por ultimo, tanto el conocimiento pr ctico como te rico adquirido durante la memoria y en particular sobre las incubadoras de negocio, a nivel internacional y local, como mecanismos de apoyo al emprendimiento y creaci n de nuevos negocios y la aplicaci n del estudio en empresas reales que participan de estos programas en universidades nacionales, permite al autor profundizar en aspectos que le significan un valioso aporte a su formaci n profesional.


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2 B. Planteamiento del Problema La idea de desarrollar esta memoria nace a partir del trabajo realizado por el autor en la Asociaci n Gremial de Empresas de la V Regi n (ASIVA) y en el Centro de Desarrollo Empresarial (CINDE), implementando diversos proyectos dirigidos a apoyar y fortalecer la creaci n y sustentabilidad de peque as empresas en la regi n. El contacto con estas unidades productivas, a trav s de la asistencia y seguimiento de este tipo de programas, le ha permitido conocer con mayor detalle a sus gestores, t cnicos y profesionales con cualidades para asumir cambios y riesgos de forma aut noma, y que a partir de la propia experiencia han percibido necesidades no satisfechas en su entorno transformando muchas de ellas en oportunidades de negocios de r pido crecimiento. Sin embargo, las condiciones adversas a las que se ven afectos en los primeros meses de gestaci n determinan, en ocasiones, el abandono del proyecto o quiebra del mismo. Ambas dimensiones, por una parte el alto impacto econ mico y social que generan en las localidades donde se desarrollan y por otro, la vulnerabilidad que presentan en la etapa inicial de creaci n y operaci n del negocio, han motivado el presente estudio sobre la Incubaci n de Negocios en Chile como mecanismo de fomento y apoyo a nuevos negocios, proceso, fases y factores claves, a partir de la experiencia de empresas participes de sus programas, y como afectan en su gestaci n, despegue y sustentabilidad en la etapa inicial de sus ciclos de vida. Introducci n Existe casi total consenso al momento de explicar las razones de base del alto nivel de competitividad y productividad alcanzado por las principales econom as emergentes 1 en las ltimas d cadas, tal teor a se sustenta en una estrategia de crecimiento fundamentada en el desarrollo del capital humano, y espec ficamente el desarrollo del conocimiento como elemento de impulso de este cambio 2. As , nuevas formas, procesos, m todos son incorporados como soluciones de investigaci n, de trabajo y de negocio m s eficientes y para satisfacer una diversidad de demandas cada vez mas complejas. En este escenario se requiere entonces, por el lado de la oferta, motivar y reclutar a potenciales lideres, investigadores, creativos, inventores, ya sea reci n egresados, desempleados o trabajadores que ven frustrada la posibilidad de realizar sus propios proyectos en las empresas o instituciones donde han laborado, a que vean en sus actuales 1 Ver Anexo N 1 2 Jos Miguel Banavente, Director Acad mico del Diploma en Pol ticas de innovaci n y emprendimiento, Departamento de Econom a, U. de Chile.


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3 ideas un potencial comercial a ser desarrollado, fuente de ingresos, de empleo, de autonom a laboral y de favorable impacto social y ambiental en su entorno. Tales personas deber n ser capaces de asumir riesgos personales, adaptarse a los cambios que el medio exija, a crear valor y crecer r pidamente a partir de sus iniciativas, a trabajar en colaboraci n insertos en un mundo global, buscar recursos y concretar las oportunidades que se les presenten. Desde el lado menos alentador, estos emprendedores 3 y sus apuestas de negocios deben afrontar un sinn mero de factores que frenan su despegue y aumentan el riesgo de fracaso, entre los que es posible de mencionar: la dificultad para insertarse en la cadena productiva, estado de desinformaci n y aislamiento, desconocimiento practico y falta de desarrollo de sus habilidades empresariales, captar y mantener clientes, menor poder de negociaci n con proveedores y compradores, alto riesgo inherente, menores cuotas de mercado, menores m rgenes, trabas burocr ticas para su formalizaci n, falta de financiamiento adecuado a sus particulares necesidades, entre otras. Por ultimo para favorecer la creaci n de tales nuevos negocios e innovaciones 4 e inhibir el riesgo inminente de fracaso observado, se requiere promover la existencia de instituciones, recursos y redes tanto en el mbito p blico como en el privado y acad mico, nacional e internacional, articulados para favorecer y potenciar que tales ideas se pongan en marcha y sean sustentables en el tiempo. En este marco, se presenta la reciente actividad incubadora de negocios, como un mecanismo m s de apoyo al sistema nacional de innovaci n para fortalecer y dinamizar la capacidad creativa y emprendedora, y conciente del impacto econ mico que genera en su medio y lo complejo y fr gil de los entornos y procesos que envuelven su desarrollo. B.1 Mecanismos de Fomento a la Creaci n de Empresas (Emprendimiento) y a la Innovaci n. Muchas veces es importante disponer de una red de trabajo interdisciplinaria que permita potenciar las cualidades de la idea inicial y proveer de herramientas para acelerar su "despegue", en donde la primera tarea cr tica ser a c mo conducir efectivamente este soporte tendiente a validar, determinar y desarrollar dicha idea de negocio, adem s de la oportunidad de establecer una comprensi n adicional y m s profunda de sta, as como de su potencial comercial. 3 Ver definici n en pag 6 4 Ver definici n en pag 4


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4 Se busca entonces, una vinculaci n mas estrecha entre los actores de la generaci n o incorporaci n, transformaci n y utilizaci n del conocimiento cient fico tecnol gico, su transferencia y difusi n, apoyo en la gesti n y desarrollo de capacidades empresariales, as como el dise o de mecanismos de financiamiento, atracci n de inversionistas y capitales de riesgo, un mercado financiero maduro, entre otros factores. Existen diversas modalidades en que se manifiesta el esfuerzo conjunto orientado a estimular la innovaci n y la creaci n empresas o emprendimiento, como son la formaci n y puesta en marcha de: Parques cient ficos, tecnol gicos o de investigaci n; Modelos de spin off o empresas derivadas; Centros de Innovaci n, Incubadoras de Negocios, etc. Esta memoria se enfocar en analizar una de estas modalidades denominada Incubadora de Negocios. Por su relevancia para la presente memoria, a continuaci n se definir n los conceptos de Innovaci n, Emprendimiento, Incubadora de negocios y Proceso de Incubaci n. B.1.1 Innovaci n: Diversos autores y en distintas pocas han definido y clasificado el t rmino innovaci n entre los cuales se cuentan: Definici n N 1: Freeman, C., 1982, citado por Medina Salgado y Espinosa Esp ndola, 1994. El proceso de integraci n de la tecnolog a existente y los inventos para crear o mejorar un producto, un proceso o un sistema. Innovaci n en un sentido econ mico consiste en la consolidaci n de un nuevo producto, proceso o sistema mejorado Definici n N 2: Manual de Frascati 5 de la OCDE. "La transformaci n de una idea en un producto nuevo o mejorado introducido en el mercado, en un proceso nuevo o mejorado utilizado en la industria o el comercio, o desde una nueva perspectiva en servicios sociales. El termino innovaci n puede tener diferentes significados en diferentes contextos y la definici n escogida depender de los objetivos particulares de la medida o an lisis...." Se ala adem s, "La innovaci n incluye nuevos productos y procesos y cambios tecnol gicos significativos en productos y procesos. Una innovaci n se ha implementado si se ha introducido en el mercado (innovaci n de producto) o utilizado en un proceso productivo (innovaci n de proceso). La innovaci n incluye un conjunto de actividades cient ficas, tecnol gicas, organizativas, financieras y comerciales." 5 Manual de Frascati: Propuesta de Norma Pr ctica para Encuestas de Investigaci n y Desarrollo Experimental 2002. Ediciones FECYT.


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5 Definici n N 3: la Comisi n Europea 6 "la renovaci n y ampliaci n de la gama de productos y servicios y los mercados asociados; el establecimiento de nuevos m todos de producci n, suministro y distribuci n, la introducci n de cambios en la gesti n, la organizaci n del trabajo, Condiciones de trabajo y aptitudes del recurso humano". Por ejemplo, las oportunidades de mejora de productos o procesos de fabricaci n que se encuentran a la luz de los resultados de una investigaci n. Definici n N 4: Andr Piatier (franc s) Una idea transformada en algo vendido o usado. Definici n N 5: Sherman Gee (norteamericano) Es el proceso en el cual a partir de una idea, invenci n o reconocimiento de una necesidad se desarrolla un producto, t cnica o servicio til hasta que sea comercialmente aceptado. Definici n N 6: Pav n y Goodman Es el conjunto de actividades, inscritas en un determinado per odo de tiempo y lugar, que conducen a la introducci n con xito en el mercado, por primera vez, de una idea en forma de nuevos o mejores productos, servicios o t cnicas de gesti n y organizaci n. Definici n N 7: Peter F. Drucker El medio con el cual explotar el cambio como una oportunidad para un negocio diferente. Definici n de Innovaci n seg n el autor: El autor define la innovaci n como "la forma de desarrollar nuevas ideas, conceptos, productos, servicios y/o procedimientos, en base a nuevo conocimiento o a la combinaci n novedosa de conocimiento preexistente, con una finalidad practica de mejorar la productividad y competitividad de las organizaciones. Esta forma de hacer mejor las cosas esta fundamentada, finalmente, en el xito comercial". Adicionalmente existen clasificaciones del t rmino. Se han recabado las siguientes: Tipos de Innovaci n Clasificaci n N 1: Schumpeter, 1934 La introducci n de un nuevo m todo de producci n, es decir, un m todo a n no experimentado en la rama de la industria afectada, que requiere fundamentarse en un nuevo descubrimiento cient fico; y tambi n puede existir innovaci n en una nueva forma de tratar comercialmente un nuevo producto. La introducci n en el mercado de un nuevo bien, es decir, un bien con el cual los consumidores a n no est n familiarizados, o de una nueva clase de bienes. La apertura de un nuevo mercado en un pa s, tanto si este mercado ya exist a en otro pa s como si no exist a. La conquista de una nueva fuente de suministro de materias primas o de productos semi elaborados, nuevamente sin tener en cuenta si esta fuente ya existe, o bien ha de ser creada de nuevo. La implantaci n de una nueva estructura en un mercado, como, por ejemplo, la creaci n de una posici n de monopolio. 6 European Commission's 1995, "Green Paper on Innovation com", 1995.


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6 Clasificaci n N 2: El Manual de Oslo 7 La innovaci n de producto, que implica cambios significativos en las caracter sticas de las mercanc as o de los servicios. Se incluyen tanto las mercanc as totalmente nuevas como los servicios y las mejoras significativas de los productos existentes. La innovaci n de proceso, que representa cambios significativos en los m todos de producci n y de distribuci n. La innovaci n de organizaci n, referida a la puesta en pr ctica de nuevos m todos de trabajo, tanto de la organizaci n como del lugar de trabajo y/o de las relaciones exteriores de la empresa. La innovaci n de comercializaci n, que refleja la puesta en pr ctica de nuevos m todos de comercializaci n; desde cambios en el dise o y el empaquetado hasta la promoci n del producto mediante nuevas pol ticas de precios y de servicios. Clasificaci n N 3: Kuriloff, Hemphill y Cloud (1993) 8 1. Un producto o servicio ya existente en un mercado ya existente: Si el mercado del producto ya existe, la innovaci n ocurrir en alg n otro aspecto, como cambiar la t cnica de ventas; nuevas campa as publicitarias, etc. 2. Un nuevo producto o servicio en un mercado ya existente: En este caso cambia el producto o servicio en el mercado ya existente. 3. Un producto o servicio ya existente en un mercado nuevo: Llevar los productos a un nuevo mercado en busca de nuevos clientes. 4. Un nuevo producto o servicio en un nuevo mercado: Este tipo de innovaci n es semejante al de iniciar una nueva empresa, ya que tanto el producto como el mercado son nuevos. Cada una requiere investigaci n del ambiente econ mico en busca de oportunidades, tener una buena idea y saber qui n es la competencia. Por ultimo, se complementa informaci n sobre innovaci n en anexo n 2. B.1.2 Emprendimiento: Esta palabra proviene del franc s entrepreneur (pionero), y se refiere a la capacidad de una persona para hacer un esfuerzo adicional por alcanzar una meta u objetivo, siendo utilizada tambi n para referirse a la persona que iniciaba una nueva empresa o proyecto 9, t rmino que despu s fue aplicado a empresarios que fueron innovadores o agregaban valor a un producto o proceso ya existente. Definici n N 1: Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 10 (2003, p.5), Cualquier tentativa de creaci n de nuevo negocio, como por ejemplo, una actividad aut noma, una nueva empresa o una expansi n de un emprendimiento existente, por un individuo, grupos de individuos o empresas ya establecidas. 7 OCDE, "Manual de Oslo: Gu a para la recogida e interpretaci n de datos sobre innovaci n", Ediciones Tragsa. 3ra Edici n, 2005 8 Arthur H. Kuriloff John M. Hemphill y Douglas Cloud, "Starting and Managing the Small Business", McGraw Hill, 1993. 9 Nassir Sapag Chain define a un proyecto como "la b squeda de una soluci n inteligente al planteamiento de un problema tendiente a resolver, entre tantas, una necesidad humana". 10 Proyecto de investigaci n anual sobre emprendimiento creado por London Business School (Inglaterra) y Babson Collage (EE.UU).


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7 Definici n N 2: Kundel, 1991 Gesti n del cambio radical y discontinuo, o renovaci n estrat gica, sin importar si esta renovaci n estrat gica ocurre adentro o afuera de organizaciones existentes, y sin importar si esta renovaci n da lugar, o no, a la creaci n de una nueva entidad de negocio. Definici n N 3: Stevenson 1983, 1985, 1990, 2000 11 Emprender es perseguir la oportunidad m s all de los recursos que se controlen en la actualidad Definici n N 4: William Bygrave (2002), in Dornellas (2002, p.4). Emprendedor es aquella persona que percibe una oportunidad y crea una empresa para perseguirla. El autor elabora la siguiente definici n de este tema: Definici n de Emprendimiento seg n el autor: Es una actitud y aptitud personal que motiva a comenzar nuevos desaf os y proyectos; tal rasgo humano permite avanzar al individuo por sobre un estado ya alcanzado. Es aquello que hace que una persona est insatisfecha con su actual posici n y metas, y con lo cual, quiera llegar a cumplir nuevos prop sitos. Adicionalmente, el termino autoempleo es utilizado en un contexto similar. Entendiendo emprendimiento como insumo b sico del proceso de incubaci n empresarial, aspectos concernientes a este termino como caracter sticas del emprendedor, obst culos para desarrollarse y t cnicas necesarias para contrarrestar tales obst culos son detalladas en anexo n 3. B.1.3 Incubadora de Negocios: Seg n NBIA 12 se define a las incubadoras de negocios como "un proceso de apoyo empresarial destinado a acelerar el desarrollo exitoso de nuevos negocios a trav s de la prestaci n de un conjunto de determinados recursos y servicios". Y contin a se alando que "estos servicios son usualmente organizados por la gerencia de la instituci n que los ofrece tanto dentro de su infraestructura como a trav s de su red de contactos". En cuanto al objetivo perseguido por stas, NBIA lo plantea como "llegar a producir empresas exitosas que abandonar n el programa como entes financieramente viables e independientes. Los futuros graduados poseen un potencial para crear 11 Definici n citada por Mario Dehter en su art culo "Intraempreneurship". 12National Business Incubation Association, www.nbia.org


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